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domingo, 23 de janeiro de 2011

Iris by Zon

Gosto.
A Íris é a nova impressão digital. No Minority Report os suportes de publicidade/comunicação liam a Íris de quem passava por eles para adaptar a informação. Para quando uma TV que nos lê realmente a Íris para escolher o que queremos ver na televisão? E o slogan - Não é televisão, é a tua visão - é perfeito.

Por outro lado, acaba por limitar, deixando pouco espaço à novidade, fora dos nossos gostos.

O que acham?

PS - Aposto que o criador da Zon-Íris se inspirou na linha da Zon Lusomundo - que passa na secção de "desligar o telefone, deixar o lixo nos locais apropriados" para criar a "linha" da Íris.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Hoje fala-se de-COMO-nicação.

Não, este post não é sobre o caso @SpinDoutor. Prefiro aplicar os meus esforços de criação de Palcos Mediáticos nos meus clientes, e não em mim própria. E não, não acho que criar Palcos Mediáticos para mim vá ajudar no que quer que seja o meu cliente. Posicionamentos, that's all. E este blog é de uma pessoa DA Comunicação, não DE Comunicação.

Este post é sim sobre a comunicação com o meu chuveiro. Não acertamos uma. Eu ponho a água mais quente, fica a ferver; eu ponho a água mais fria, fica gelada. Andamos nisto e não acertamos. Há meses. E não, isto não é uma desculpa para os meus longos e longos banhos. É a verdade. Dou comigo a tomar banho à noite (mas nem pensem que amanhã de manhã não tomo outro) e a reparar que há meses que penso "talvez seja de estar muito frio" e "talvez seja de estar muito calor". Também pode ser do aquecimento global (aquele que alguns dizem não existir. sim sim, está bem) estar a tirar-nos estações intermédias (e com isso, menos Primavera - as lindas flores - e menos Outono - cada vez menos laranja, menos montes de folhas para pisar à espera de um *crack*), não sei. A verdade é que já não sei como, COMO resolver este problema de comunicação.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Sempre que vejo o novo anúncio da L'Oreal - "Beleza não paga imposto" - com a Bárbara Guimarães, não consigo deixar de pensar "Então mas agora a BG também faz publicidade à Milka?!"
#colorchoiceadvertisingfail

terça-feira, 8 de julho de 2008

Licenciei-me!

Aquilo que parecia um sonho difícil de alcançar, cheio de obstáculos à vista, foi concretizado! Sem grandes obstáculos por sinal. Sinto-me agora à beira de um ataque de nervos, será que estou preparada para este mundo cão? Será que a minha licenciatura me deixou apta a resolver as crises do mundo da comunicação e a ter a criatividade necessária para me distinguir entre os meus milhares de colegas comunicadores?

Vem agora uma nova etapa: O mestrado. Em Jornalismo, está decidido.
A Comunicação sempre me apaixonou. Desde que desisti de ser pedopsiquiatra e veterinária (quando andava ainda no básico), que sonho em ser Jornalista. Mas não uma jornalista qualquer, daquelas que têm um trabalho das 8 as 19. Uma jornalista a sério, daquelas que parte em reportagem para África para mostrar ao mundo as dificuldades destes mundos em desenvolvimento, sem recorrer ao típico "fazer agir pela pena". Jornalista com o intuito de informar os desatentos, de partir em busca de algo que faça a diferença neste mundo. Por algo que valha mesmo a pena.

Não sou daquele género de pessoa que ache que só os problemas mais graves valem a pena, e que uma pessoa por tratar assuntos como a moda, os eventos ou a publicidade seja fútil e com menos valor que outra que trata temas mais pesados. Pelo contrário. São áreas de que gosto bastante na verdadei, e o mundo é uma multiplicidade de focos. O que acontece é que eu me vejo realmente mais útil a fazer este tipo de coisas.

Na Licenciatura em Relações Públicas e Comunicação Empresarial apaixonei-me pela comunicação no interesse público, e fiz um trabalho sobre Saúde Materna em Angola. Nunca me apaixonei tanto por um trabalho académico como aquele. Desde a investigação sobre o tema, à elaboração do projecto para melhorar a saúde materna naquele país, ao design das maquetes dos produtos que estariam incluídos no projecto, envolvi-me fortemente, tão fortemente que fiz literalmente tudo. A minha vontade e interesse no trabalho deixou para as minhas colegas de grupo uma pequena intervenção, na elaboração do texto do produto final. Não o fiz com má intenção, simplesmente não tive como controlar este impulso.

Este verão uma colega minha parte para Cabo Verde em voluntariado, para participar no apoio à formação dos pequenotes de lá. É com isso que eu sonho, sempre. Sinto como que se o meu coração estivesse preso numa jaula, com sede de oferecer o seu amor a uma causa, mas sem o conseguir fazer, por falta de oportunidade. Mas não desisto. Um dia realizarei este meu sonho. O único que realmente tive na minha vida.

LR


The Strokes - Heart in a Cage <3